Pane di Toni

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Que ele é italianíssimo, não há dúvidas. O panetone – alimento que não pode faltar na época de Natal – se espalhou pelo mundo com uma história popular, daquelas que pegam fácil, sabe? Um jovem padeiro milanês queria cortejar uma dama e para impressionar o sogrão, fez um pão doce no formato que lembrava a cúpula da Catedral de Milão. O doce levou o nome de seu criador Pane di Toni e mais tarde virou Panetone.

Originalmente, para ser chamado de panetone o doce precisar possuir aroma discreto de baunilha e recheio de frutas secas, como damasco, laranja, limão, figo, maçã, cidra e uva passa. Como o passar do tempo e já na mesa de outros países, ganhou versões. No Brasil, o tradicional leva frutas cristalizadas cortadas em cubinhos e uva passas.

Para quem não gosta muito das frutinhas, foi criado o Chocotone, que ganhou primos e irmãos, como os pães com recheio de trufa e ganache. Há aproximadamente quatro anos, as marcas industriais e artesanais incluíram o panetone na gama de produtos “gourmetizados” e lançaram uma infinidade de sabores para a iguaria, com sorvete, brigadeiro, doce de leite, bicho-de-pé, castanhas, cupuaçu, entre outros.

Padarias mais ousadas fazem até versões salgadas! A chama do amor ao panetone reacendeu, tanto que casas especializadas servem fatias de panetone o ano inteiro.

Se o Toni conquistou a moça? Não sabemos! Mas que ele fez do nosso Natal mais gostoso é verdade!

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