O peixe que devemos comer

Espécies comuns à mesa do brasileiro estão ameaçadas de extinção. Guia orienta sobre o consumo sustentável

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No último encontro realizado pelo Centro de Pesquisas em Gastronomia Brasileira da Universidade Anhembi Morumbi, em abril, chefs, biólogos e produtores discutiram possíveis caminhos para o consumo sustentável de pescados. O fomento do consumo consciente e da diversificação de espécies foi a ação mais defendida entre os profissionais. “A necessidade de diversificar o consumo de pescados é importante para o meio ambiente e para a economia, para quebrar o monopólio da venda de espécies mais caras como o salmão e o Saint Peter”, explica Ricardo Maranhão, coordenador do Centro de Pesquisas.

Sendo assim, vamos fazer nossa parte e compartilhar aqui o Guia de Consumo Responsável de Pescados, criado pelo projeto Biopesca, em parceria com a Unimonte. Foram catalogadas 61 espécies de peixes, divididas em três categorias. O material pode ser acessado por dispositivo móvel. É possível realizar busca pelo nome do pescado e saber se ele deve ser consumido ou evitado, rapidamente, na hora da compra.

Confira as categorias e saiba qual peixe comprar para a próxima refeição:

Bom Apetite – 23 espécies abundantes, sem problemas de conservação ou cultivadas em cativeiro. Entre elas: bonito, baiacu, atum em lata, lula, espada, sororoca, xixarro e manjuba.

Coma com Moderação – 25 espécies em declínio na abundância devido à atividade pesqueira, como anchova, atum, camarão-sete-barbas, pescada, polvo, robalo, sardinha, siri e tainha.

Evite – 13 espécies ameaçadas de extinção pelo excesso de pesca. São elas: badejo, bagre, batata, cação, camarão-rosa, caranha, castanha, cherne-verdadeiro, emplastro, garoupa, linguado, namorado, pargo e raia.

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